Proposital da fantasia.
Quanto há terra.
Partindo por um profundo nem pensar em alguma distância alcançada estaria algo da trilha, onde mora um silêncio que vem do emergente, para ser ainda um caminho em uma estrada longa, mas além de tortuosa será de trechos de poeira, pelo destino buscar origem seria melhor continuar sempre em frente ao conteúdo na paisagem da flora toda fauna tem alimento necessário para viver até o fim, que chegando logo será em discussão natural se chegara aquela memória cujo princípio da origem, por um destino semelhante da finalidade, mas além do que vem adverso se está procedência natural todo caminho continua daquela estrada de trechos, lá toda paisagem está pela visão contundente mas com relevância todo transtorno sempre será trauma da evolução deixando em cima do muro imaginário aquela memória do posterior era lembrança dos dias semelhantes, porém não idênticos em alguma reação também pela semelhança seria procedimento na criação de desvios múltiplos com bloqueios naturais contendo conflito de geração os múltiplos divergiram nessa caminhada onde o horizonte pode não conseguir ser vista ao alcance, talvez sendo amanhã outro dia, naturalmente todo bloqueio participa reação pela interação do convívio família na formação da sociedade, além por um que vem originar aquela memória no posterior será pela memória, além do transtorno da evolução a gente somos, diante do dpb por um tpb conseguir uma realidade naturalmente divergente pela razão de existência, talvez se pudesse imaginar um vale profundo se bem no fundo fosse alcançado da memória algo do silêncio visível em um dia calmo de um trecho do caminho onde há terra mais garrida, quanto em alguma parte do desejo seja vontade para seguir em frente indo além, por haver psicose múltipla buscando da semelhança, inutilmente proceder tempos na divergência do que emergente na realidade radical do sufixo ou prefixo na linha do tempo na função apropriada.
Márcio palafi, 08/09/2024.
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