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Mostrando postagens de julho, 2023

O mundo não acabou.

O fim que mundo não vê. Daquele sonho enigma da pirâmide talvez fosse pela coroa de espinhos revisar até surgir dilema no trauma das três cruzes, qual incógnita continuaria sempre que imaginário fluísse com tamanha evidência na estação do destino labirinto, infinito na linha do tempo, pelo fim qual viria na concepção do além daquela data seria pela incógnita cuja liberdade estava pelo ensaio tardio do imaginário, talvez fosse princípio em f5 que está no posterior para realidade do tempo, quando poderia participar da adversidade criada família na formação da sociedade, pelo mesmo intuito humano na claridade da expressão tão livre quanto fosse pensar por algo no reflexo, além do refletido qualquer reflexão poderia datar no instante se vem pelo instante no reflexo será pela incógnita da função no tempo, que alguma memória do posterior, para reflexão na relevância, pelo bem no perdão; assim em cima do muro ou aquela parede imaginária, está por separar dois tempos não idênticos, mas...