Queimado calcário claro.
No concreto claro da memória.
Está profundo quanto distância alcança do que emergente, na superfície vem dar sensações da existência no concreto cuja cor viva esclarece toda dimensão, envolvida visão paralela consequente ao conteúdo levado pelo conhecimento natural dos naturais, além toda parte da visão encontra algo vindo reflexo, talvez em um outro tempo seja solução para reflexão do mesmo, sendo aquela memória encontrada no adverso, por ser em outra parte variada pela dimensão do tempo, mas estava no tempo que sempre reflete pela incógnita da solução envolvida, para ser entendida através de ligações de alguma outra variável tão semelhante indo praticar de uma ou todas elas fazendo conflito constante na evolução do trauma (transtorno), talvez daquele tempo na memória fosse à procura; estando tão distante aquela razão subentendida tal que emergira no tempo pela sensação, qual seria da parte variada para solução na memória do posterior senão poderia participar de conteúdos na adversidade da família na formação do social com princípio da civilização levando das múltiplas finalidades trazidas por reflexos no tempo da função certo que do tempo na função fosse do adverso qualquer expressão da função no tempo para reflexo na função do tempo exato uma vez encontrada procurada na relevância da distância possuída pela necessidade cujo argumento viera da prova, que vida tem no fato do concreto, sendo real da claridade uma vez tão branca de um profundo tão escuro, quando nunca seria o fim se está pela relevância natural, aquele profundo se torna tão claro pelo resgate na estação do destino, labirinto emergente da semelhança daquele tempo na reflexão do concreto na realidade do contemporâneo moderno emerge dado fundamento tal para filosofia viria buscar tri entendimento provocado ao estado claro do profundo emergente.
Márcio palafi, 16/04/2023.
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