Noite de lua nova.
Dia claro que na manhã seguinte.
Raiou o dia que chegou nublado, mas o mormaço indicava o verão vai chegar; com calor no tempo qualquer visão do posterior passava à memória por circuito único na incógnita, dos múltiplos processos variando ventos nas ideias cujos ideais lembra realidade; quando concreto tem substância necessária ao romper da manhã em resolução do tempo está pela hora de um instante da noite passada em um profundo busca no distante alguma incógnita de ligação fazendo dia, pela melhora da atmosfera, qual clima vem sem lembrar durante o dia que nublado, pela manhã; está sempre assim. Uma amizade dá indicação, destino foi determinante do estado nublado, o mormaço vinha do verão no posterior no processo que vida prova amarras dão específicos bloqueios,, nos desvios transtornos alimentam às etnias dos seres vivos no paraíso, pela promessa do fim fazendo principio da coisa vai durante todo dia.
Pela inclusão nesse dia algo do pensar passava mais uma vez profundo distante da formação f5; causa do desvio fosse bloqueio natural, da parte quando opusera em tempo específico se realidade qualquer; nessa partiu do tempo indo assim, levada pelo vento naquela manhã; do dia assimilavam várias das pigmentações nos adversos, que opostos se permitiam em cima do muro, sendo bloqueio natural, da parte pretendida naquela realidade qualquer estava além dos espinhos, por fragmentação da poeira mais densa ou menos densa, para proteção vinha do reflexo, imagens através no tempo, localizadas à margem que possa parecer, pois está no concreto substancial, um neo fascismo explorando profundo da superfície f5, quando naquela manhã localizavam fatos diante Maquiavel traduzindo sua versão imaginaria do pensamento dele buscando realidade no dpb pelo tpb alcançando distância, quanto profundidade assimilava da memória atingia pela sua expressão.
Márcio palafi, 23/11/2021.
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