Mistérios do paradigma.
O valor da pedra é múltiplo na bateia.
Do trauma à virtude se origina do composto imaginário reflexo na matéria envolvendo pensar natural, quando humano busca memória do posterior ao fato disposto no compensar razão no refletido de movimento constante; do que a terra ostenta ao lábaro ofusca pelo estágio no qual se entende via láctea nos olhares; no universo da valência, na semelhança se formula paradoxo da Glória que em toda ligação frequenta juízo na bateia como se fosse gema preciosa de pedra rara, somente lapidando, pela forma já formulada fica visível da memória de estado profundo adaptado em outro tempo não específico de realidade qualquer; vai ser produzida tal realidade no labirinto relevada ao lábaro ostentado, compreendido universo em desencanto no paradoxo da Glória..
Dos estágios se revela profundidade, além dos reflexos, paradoxos envolvem do adverso concentra f5 na visão que realidade entende melhor no profundo da memória específica; para não ver; além da poeira à beira do caminho está sendo uma estrada; de um conjunto nos ideais formam trilhas quais, posteriormente interligadas; do profundo distante; da realidade se vê em qualquer, dos seres alimentados por f5 irá pelo caminho sobre bloqueios emergidos, somente daquela memória, do distante fixa do profundo algum limite em tempo à fronteira; tão somente sequela consequência naturalmente da reação se posiciona ao restrito encontrado na valência; do concreto que no real atinge função do tempo vinda do mesmo dá função; concentra ao labirinto da modernidade além do bloqueio, por algum transtorno; para algum trauma se revela superação humana capaz em fixar memória, pela sina se compreende dos sinais deixados à beira visível fronteira no limite, além do acaso, pela causa da realidade obter realismo pelo humanismo em dádiva no concreto visível do fato que vida prova. Márcio palafi, 18/07/2021.
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